quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Parou, olhou, sorriu e foi embora.

E assim se baseou o fim de um início mal começado.
O tempo decretou que apenas o breve seria propício aos casos felizes.
E mais uma vez tomou a atitude mais importuna para o momento.
Sempre escolhe ser causa e consequência do que decreta.
E mais uma vez, escolhe não pedir permissão.
Resolve praticar a não hesitação. Como eu.
Como as flores, os animais, e o mar.
Que são resolvidos pela natureza do instinto.

O amor se torna um instinto.
E extinto pela distância.


As palavras são alvo do mais forte impulso que um ser humano pode carregar.
E o sofrimento vem carregado automaticamente.
Por fim, enfim, meu bem.
Prometo que veremos o pôr e o nascer do sol, as ondas e a calmaria do mar, a qualquer dia que o tempo resolver ser solidário para com os casos felizes mal começados.
Prometo.
Fala que só por hoje você vai lembrar?
Rir e lembrar.

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