Marionetes enfeitados em demasia já não satisfazem o teatro humorístico.
Nossa peça que delimita-se entre o riso e as palmas já não encontra abrigo em nossa alma.
Quem anda agradando-a são os finais não felizes.
Notórios pela tragédia e ávido pelo não clichê.
Sorrir já não é tão divertido quanto a seriedade de um espetáculo.
A calma não é concedida dessa forma.
Será que é valido contrariar o riso e sua causa?
Acostume-se ao chão.
A moda do não clichê.
Acostume-se a brindar a tragédia de um triste final.
Acostume-se.
Ou não.
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