Quando acordei numa manhã nublada, me levantei e percebi que o quadro que eu sempre via na parede não estava mais lá.
Era tão lindo, porque teria sumido?
Era uma paisagem que eu não cansava de comtemplar.
O quadro revelava uma vida útopica que eu desejara ter por muito tempo.
Nesse dia em que meu quadro sumiu, eu não desejava a vida do quadro, apenas o quadro.
Nunca quis tanto apenas ver algo, quero sempre tocar, sentir, viver.
Nesse dia eu só queria ver.
Passou o dia, eu fui dormir, quando acordei o quadro ainda não estava lá.
Ele tinha realmente sumido.
Como que as coisas somem assim?
Me perguntava sempre.
Resolvi perguntar às pessoas que moravam comigo se tinham visto meu quadro. Mas elas diziam sempre que não e não lembravam de quadro nenhum.
Será que esse quadro era coisa da minha imaginação?
Não! Não é possível! Como eu veria uma coisa inexistente?
Mas o fato é que minhas ideias nunca correspodem aos fatos.
Ainda otimista e crente em confirmar a real existêcia do quadro,resolvi olhar nas fotos em que tirara no meu quarto há alguns dia atrás.
Ele não estava na foto.
Ele não estava lá.
Quis acreditar que meu quadro era tão explendor que não saíria numa pobre foto.
O meu quadro ou suposto quadro era implagiável,iresistível,magnífico,puro,mágico,imcomum.
Pena que ele só existia em uma época.
A época que a felicidade habitava em mim.
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