Se não preciso de esforço pra te entender não há mistério em você.
Todas as tuas ações são explícitas.
Nada se subentende.
A Clareza é óbvia.
Os teus sentimentos não me interessam.
A tua fala é clichê demais pra me despertar algum tipo de atração.
Não foi a minha intenção te magoar.
Mesmo assim eu não me importo.
Não passa de alguém que soma àqueles outros velhos seres explícitos demais.
Sou fascinada pela falta de certeza.
E o excesso de clareza desanima.
Me descontenta, te torna opaco, te torna vago.
Se consigo te decifrar já não mais pensarei na tua existência como sendo algo além de um exemplo claro da falta de mistério.
quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Meros devaneios tolos a me torturar.
Hoje precisava que você escutasse, mesmo que não fosse ouvir.
Faço questão da tua atenção voltada para mim, assim como você diz que não presta atenção no que eu falo. Gosta apenas do jeito que organizo as minhas ideias, do jeito dos meus gestos, de um jeito que é só meu.
A sua fala é sempre:
Do jeito que você fala, de jeito nenhum, haveria rejeito.
E no que se refere ao afeto que tu me tens, ou me tinhas, isto fica em total descontrole quando você inventa de dizer essas palavras.
Palavras que reinventam em mim, a cada fala tua,uma reação diferente.
Eu sei que em você é comum. É incrível como é só em você.
Tem sempre uma fala especial para cada pessoa que diz ser especial.
Posso comparar você com a imprevisão do clima.
Posso comparar você com a minha freqüência de leitura no escuro.
Onde enxergo com mais clareza o que a luz em excesso me desfocaria.
É exatamente do jeito que você é.
Oposto e inconstante!
Nos fatos analisados, você é a polêmica que gera.
Que me gera.
E renasce em um novo ser a cada pessoa especial, que te desperta a atenção.
Atenção esta, que em cada pessoa consegue despertar um novo tipo de reação.
Do mesmo modo, na mesma paixão.
Mas eu, concordo comigo em dizer que eu sou a pessoa que mais gosto da tua inconstância.
Não que eu goste do fato de você ser assim, mas a imperfeição em algum ponto do ser, de ser, me gera uma atração.
E me gera.
A capacidade que você tem de me desfocar é intensa.
E de me gerar, é infinita.
Faço questão da tua atenção voltada para mim, assim como você diz que não presta atenção no que eu falo. Gosta apenas do jeito que organizo as minhas ideias, do jeito dos meus gestos, de um jeito que é só meu.
A sua fala é sempre:
Do jeito que você fala, de jeito nenhum, haveria rejeito.
E no que se refere ao afeto que tu me tens, ou me tinhas, isto fica em total descontrole quando você inventa de dizer essas palavras.
Palavras que reinventam em mim, a cada fala tua,uma reação diferente.
Eu sei que em você é comum. É incrível como é só em você.
Tem sempre uma fala especial para cada pessoa que diz ser especial.
Posso comparar você com a imprevisão do clima.
Posso comparar você com a minha freqüência de leitura no escuro.
Onde enxergo com mais clareza o que a luz em excesso me desfocaria.
É exatamente do jeito que você é.
Oposto e inconstante!
Nos fatos analisados, você é a polêmica que gera.
Que me gera.
E renasce em um novo ser a cada pessoa especial, que te desperta a atenção.
Atenção esta, que em cada pessoa consegue despertar um novo tipo de reação.
Do mesmo modo, na mesma paixão.
Mas eu, concordo comigo em dizer que eu sou a pessoa que mais gosto da tua inconstância.
Não que eu goste do fato de você ser assim, mas a imperfeição em algum ponto do ser, de ser, me gera uma atração.
E me gera.
A capacidade que você tem de me desfocar é intensa.
E de me gerar, é infinita.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Em coma.
A tranqüilidade que envolve o mundo passou a ficar em evidência.
Eu percebi. Todos perceberam.
As plantas não se movem porque não há ventania, não há chuva, não ha sol.
É claro que existe luz, mas é tão amena, tão quase inotável, tão quase de um jeito que parece não existir. As cores continuam lá, mas não mais exitem vida nelas.
Você pode olhar, e entrar na tranquilidade que todos em êxtase agora estranham.
Abismados com o fato de não ter do que falar. As possiblidades de expressão verbal ou artística se restrigem e se resguardam, pois tudo está em coma.
Inclusive o unico pensamento lúcido que restara pra lhes falar com os detalhes mais precisos que pôde-se observar no dia em que tudo era vago, impreciso, constante, abiótico e por fim, tranquilo.
Tranquilidade porque não houve mortes,não houve medo,não houve de quem ter medo.
As pessoas não precisavam de nada, não precisavam agir, discutir, matar ou agredir.
Isso aconteceu no dia em que o mundo morreu.
Ele estava intacto, entrentanto tudo o que o envolvia estava imposssibilitado de viver.
A tranquilidade exarcebada era preocupante. Apavorante!
Não dependia mais da vontade das pessoas,interagir ou não. O que aconteceu nesse dia foi apenas consequência do pensamento humano. Agindo ou não, os pensamentos,ou melhor, a falta de pensamentos coerentes tinham mais poder que qualquer tipo de ação. E por isso as coisas estavam indiferentes.
Para muitos, se você existe, você vive. Não penso dessa forma. Defendo a ideia de que para existir você precisa viver. Se você só existe, sinto muito, para mim estás morto. Ou em coma se for mais agradavel de saber.
É muito mais digno pensar dessa forma.
Faço parte do meu objeto de pesquisa. Te analiso, me analisando. E o ciclo de complexidade humana se torna cada vez mais grave se você pensa pouco.
Esse dia só existiu no meu pensamento. Mas existiu, pois qualquer ocorrência é irrelevante perto daquilo que podemos pensar.
Eu percebi. Todos perceberam.
As plantas não se movem porque não há ventania, não há chuva, não ha sol.
É claro que existe luz, mas é tão amena, tão quase inotável, tão quase de um jeito que parece não existir. As cores continuam lá, mas não mais exitem vida nelas.
Você pode olhar, e entrar na tranquilidade que todos em êxtase agora estranham.
Abismados com o fato de não ter do que falar. As possiblidades de expressão verbal ou artística se restrigem e se resguardam, pois tudo está em coma.
Inclusive o unico pensamento lúcido que restara pra lhes falar com os detalhes mais precisos que pôde-se observar no dia em que tudo era vago, impreciso, constante, abiótico e por fim, tranquilo.
Tranquilidade porque não houve mortes,não houve medo,não houve de quem ter medo.
As pessoas não precisavam de nada, não precisavam agir, discutir, matar ou agredir.
Isso aconteceu no dia em que o mundo morreu.
Ele estava intacto, entrentanto tudo o que o envolvia estava imposssibilitado de viver.
A tranquilidade exarcebada era preocupante. Apavorante!
Não dependia mais da vontade das pessoas,interagir ou não. O que aconteceu nesse dia foi apenas consequência do pensamento humano. Agindo ou não, os pensamentos,ou melhor, a falta de pensamentos coerentes tinham mais poder que qualquer tipo de ação. E por isso as coisas estavam indiferentes.
Para muitos, se você existe, você vive. Não penso dessa forma. Defendo a ideia de que para existir você precisa viver. Se você só existe, sinto muito, para mim estás morto. Ou em coma se for mais agradavel de saber.
É muito mais digno pensar dessa forma.
Faço parte do meu objeto de pesquisa. Te analiso, me analisando. E o ciclo de complexidade humana se torna cada vez mais grave se você pensa pouco.
Esse dia só existiu no meu pensamento. Mas existiu, pois qualquer ocorrência é irrelevante perto daquilo que podemos pensar.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Mesmisse.
Parece que as coisas estão mais calmas ao meu redor.
Dentro de mim as coisas ainda continuam em constante movimento, desorientadas e perdidas, proibidas por algo que eu não sei.É isso que mais caracteriza as minhas confusões.
Acho que vou parar o tempo, vou parar o meu tempo.
Vou deixar as coisas acontecerem, as expectativas estão me frustrando.
As pessoas estão imóveis.
Parece que os livros que eu costumava ler, perderam suas folhas.
Eles precisam ser substituídos agora.
Na verdade eu preciso parar de querer lê-los a todo custo.
Na verdade eu não posso me ver em choque com as palavras que eu já sei que vão ser ditas.
As palavras precisam ser substituídas.
Essa calma alheia nunca me contagiou, essa facilidade de lhe dar com as questões do mundo me deixa sem saber o que eu estou fazendo. Porque eu sei que as noticias são as mesmas de todos os dias, as respostas são aqueles mesmos discursos decorados, generalizados e vazios. E as pessoas continuam calmas e passivas.
Pacifismo abrupto.
Sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre
Sinta-se livre, lê-se : Aceite o mundo,seja hipocrita, aceite o mundo!
A gente pensa que é livre, poderíamos até ser se pudessemos nos rebelar contra aquilo que nos deixa insatisfeitos.
Que tal parar de brincar de democracia?
Ah! Pra que tanta insanidade?
Sinta-se livre!
Dentro de mim as coisas ainda continuam em constante movimento, desorientadas e perdidas, proibidas por algo que eu não sei.É isso que mais caracteriza as minhas confusões.
Acho que vou parar o tempo, vou parar o meu tempo.
Vou deixar as coisas acontecerem, as expectativas estão me frustrando.
As pessoas estão imóveis.
Parece que os livros que eu costumava ler, perderam suas folhas.
Eles precisam ser substituídos agora.
Na verdade eu preciso parar de querer lê-los a todo custo.
Na verdade eu não posso me ver em choque com as palavras que eu já sei que vão ser ditas.
As palavras precisam ser substituídas.
Essa calma alheia nunca me contagiou, essa facilidade de lhe dar com as questões do mundo me deixa sem saber o que eu estou fazendo. Porque eu sei que as noticias são as mesmas de todos os dias, as respostas são aqueles mesmos discursos decorados, generalizados e vazios. E as pessoas continuam calmas e passivas.
Pacifismo abrupto.
Sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre sinta-se livre
Sinta-se livre, lê-se : Aceite o mundo,seja hipocrita, aceite o mundo!
A gente pensa que é livre, poderíamos até ser se pudessemos nos rebelar contra aquilo que nos deixa insatisfeitos.
Que tal parar de brincar de democracia?
Ah! Pra que tanta insanidade?
Sinta-se livre!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A minha ingenuidade é um fracasso.
Oi.
Geralmente não é assim,geralmente eu não me importo em cumprimentar ninguém.
E nas poucas vezes em que eu me importo em dizer um oi, eu não me dispesso.
Eu sei que a hora da despedida é a pior.
Por isso que eu tento não precisar iniciar uma conversa.
Eu sei que vou precisar me despedir, eu sei que isso não é bom.
Eu sei de tão pouco.
Queria saber um pouco mais de mim também...
É que fica tão difícil de enxergar o meu próprio olhar quando estou triste.
Nunca tem um espelho a minha frente nessas horas em que preciso tanto olhar pra mim mesmo e me aprofundar nos meus olhares frustrados e tristes.
Por que estou dizendo tudo isso?
Eu sei que qualquer espelho não vai me dizer nada além de refletir o vazio que preenche o meu olhar.
É. Eu sei de tão pouco.
É muita ingenuidade minha querer ser ingênua.
Preciso me acostumar ao chão, só isso.
Preciso não precisar.
Se fosse tão fácil assim, não precisaria escrever tudo isso.
Geralmente não é assim,geralmente eu não me importo em cumprimentar ninguém.
E nas poucas vezes em que eu me importo em dizer um oi, eu não me dispesso.
Eu sei que a hora da despedida é a pior.
Por isso que eu tento não precisar iniciar uma conversa.
Eu sei que vou precisar me despedir, eu sei que isso não é bom.
Eu sei de tão pouco.
Queria saber um pouco mais de mim também...
É que fica tão difícil de enxergar o meu próprio olhar quando estou triste.
Nunca tem um espelho a minha frente nessas horas em que preciso tanto olhar pra mim mesmo e me aprofundar nos meus olhares frustrados e tristes.
Por que estou dizendo tudo isso?
Eu sei que qualquer espelho não vai me dizer nada além de refletir o vazio que preenche o meu olhar.
É. Eu sei de tão pouco.
É muita ingenuidade minha querer ser ingênua.
Preciso me acostumar ao chão, só isso.
Preciso não precisar.
Se fosse tão fácil assim, não precisaria escrever tudo isso.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Nem um mero anel da sorte...
Preciso respirar novos ares, mas a única coisa que consigo respirar é a brisa antiga que me envolve, que não me larga, que não me deixa partir.
Sei que o meu maior defeito é querer acreditar naquilo que não vale a pena, não mais.
Querer reviver um momento que você não pôde viver, simplesmente porque não foi válido antes também.
Será que precisamos sofrer tanto pra poder parar com essa sede do que é insaciável?
"Antes o atrito que o contrato"
Normal pra mim, normal pra você.
Nem um mero anel da sorte poderia curar.
Trazer de volta, talvez.
Talvez não trazer, talvez te fazer esquecer, mas só talvez...
É só isso que eu sei dizer?
Talvez as palavras fujam sempre de mim.
Parece que elas tem medo da profundidade de como são jogadas por mim, pelos pensamentos mais desconsalados que me fazem joga-las em qualquer lugar.
Costumo querer aquilo que me parece longe de alcançar, talvez esses grandes desafios que me atraem.
Penso que posso mudar o destino daquilo que já está previsto nos clichês das realidade humana.
Sei que o meu maior defeito é querer acreditar naquilo que não vale a pena, não mais.
Querer reviver um momento que você não pôde viver, simplesmente porque não foi válido antes também.
Será que precisamos sofrer tanto pra poder parar com essa sede do que é insaciável?
"Antes o atrito que o contrato"
Normal pra mim, normal pra você.
Nem um mero anel da sorte poderia curar.
Trazer de volta, talvez.
Talvez não trazer, talvez te fazer esquecer, mas só talvez...
É só isso que eu sei dizer?
Talvez as palavras fujam sempre de mim.
Parece que elas tem medo da profundidade de como são jogadas por mim, pelos pensamentos mais desconsalados que me fazem joga-las em qualquer lugar.
Costumo querer aquilo que me parece longe de alcançar, talvez esses grandes desafios que me atraem.
Penso que posso mudar o destino daquilo que já está previsto nos clichês das realidade humana.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Reflexos, escolhas, pessoas.
Quando abro a porta do mais velho lugar que habito, lembro daquilo que nunca pude viver.
Simplesmente porque não podemos escolher tudo ao mesmo tempo e somos movidos a escolhas.
Hoje posso me recorrer ao "se".
Se tivesse feito diferente; Se tivesse ficado mais, mesmo que não fosse adiantar; Se tivesse optado por não te dizer; Se tivesse dito uma simples palavra que, oportuna ao momento,mudaria tudo, inclusive hoje.
O problema é esse.
Temos que escolher tudo aquilo que diz respeito as nossas vidas.
Porque temos que planejar até aquilo que não é possivel saber se a idade vai alcançar?
É que somos cobrados por tudo e por todos que estão a nossa volta, e que muitas vezes, são os reflexos das nossas escolhas.
Isso pesa mais ainda quando têm pessoas encolvidas e que estas são o reflexo de tudo o que optamos.
Mesmo que para nós pareça insignificante.
Mesmo que achemos que nada que diz-se respeito a nós mesmos possam abalar ao próximo.
Mas é ai que nos enganamos, é aí que podemos perceber que existe alguém que vive as custas do mais remoto reflexo que podemos desprezar.
É que não percebemos que pode ter alguém à nos observar e prestar atenção em coisas que até você não repara.
Entretanto,o pior de tudo é se essa pessoa ou até essas, não existir.
Você pode se declarar o mais terrivel ser vivo existente.
Pensamos que somos fortes e não precisamos de ninguém que nos ame tanto.
Mas quando você se julga sem ninguém que viva do seu reflexo,você se suicida indiretamente.
Agora,se você perceber que esse alguém existe, e o desprezar, mas tarde se suicidará do mesmo jeito.
Só que desse vez,diretamente.
São poucos os que morreriam por nós.
São raros os que vivem do nosso mais remoto reflexo.
Simplesmente porque não podemos escolher tudo ao mesmo tempo e somos movidos a escolhas.
Hoje posso me recorrer ao "se".
Se tivesse feito diferente; Se tivesse ficado mais, mesmo que não fosse adiantar; Se tivesse optado por não te dizer; Se tivesse dito uma simples palavra que, oportuna ao momento,mudaria tudo, inclusive hoje.
O problema é esse.
Temos que escolher tudo aquilo que diz respeito as nossas vidas.
Porque temos que planejar até aquilo que não é possivel saber se a idade vai alcançar?
É que somos cobrados por tudo e por todos que estão a nossa volta, e que muitas vezes, são os reflexos das nossas escolhas.
Isso pesa mais ainda quando têm pessoas encolvidas e que estas são o reflexo de tudo o que optamos.
Mesmo que para nós pareça insignificante.
Mesmo que achemos que nada que diz-se respeito a nós mesmos possam abalar ao próximo.
Mas é ai que nos enganamos, é aí que podemos perceber que existe alguém que vive as custas do mais remoto reflexo que podemos desprezar.
É que não percebemos que pode ter alguém à nos observar e prestar atenção em coisas que até você não repara.
Entretanto,o pior de tudo é se essa pessoa ou até essas, não existir.
Você pode se declarar o mais terrivel ser vivo existente.
Pensamos que somos fortes e não precisamos de ninguém que nos ame tanto.
Mas quando você se julga sem ninguém que viva do seu reflexo,você se suicida indiretamente.
Agora,se você perceber que esse alguém existe, e o desprezar, mas tarde se suicidará do mesmo jeito.
Só que desse vez,diretamente.
São poucos os que morreriam por nós.
São raros os que vivem do nosso mais remoto reflexo.
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