terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Por hora, minha.

Será a inspiração tão falha assim?
 Tão repentina que desabrocha de repente em um ínterim?
De tempo.
Desabrocha e brocha, some?
Espalha-se, volta, ou não
Às vezes leva o vento
E alguém a toma de você, de você por quê?
Será ela tão sua a ponto de julgar pra si o direito de possuí-la?
Parece um buquê, de tão linda, de tão viva
E de tempo contado, esgotado

Aproveita o  espaço do momento que ela pode existir

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