No máximo, esperaria o mínimo daqueles que se mostram fronte ao perigo e se prostram contra a vontade de viver sem hesitações.
Pensaria por ultimo e por acaso nas condições que fariam de mim aquilo que qualquer ser corajoso demais possui desprezo.
Pensaria primeiro o que faria de mim o objeto de análise daqueles que busca o segredo de viver sem que as lágrimas precisem ser contadas e calculadas.
Choraria só por ironia.
E afirmaria que os meus motivos só são meus.
Pensaria,ainda primeiramente, que não preciso da tua proteção pra me assegurar mais viva.
E viveria mudando só por mudar.
Optaria por extrair de cada lugar a essência que sempre busquei nos recursos mais naturais e puros que cada lugar há de ter.
Seria irônico também.
O fato de eu querer vagar como nômade não passa de uma vontade.
Necessidade seria o ultimo caso.
Jamais direi que precisarei da tua pena. Pois não preciso de verdade.
Jamais diria que vivi a espera da liberdade.
Pois aquele que espera por esta jamais a quer por prioridade.
Foi e é da minha natureza esperar somente pelo que eu nunca fiz questão principal.
Geralmente arrisco toda a minha vida, quando aquilo que eu mais desejo está inalcançavel.
A privatização da vida é exatamente o exemplo mais claro dos pensamentos super calculados que jorram da mente humana.
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