Hoje precisava que você escutasse, mesmo que não fosse ouvir.
Faço questão da tua atenção voltada para mim, assim como você diz que não presta atenção no que eu falo. Gosta apenas do jeito que organizo as minhas ideias, do jeito dos meus gestos, de um jeito que é só meu.
A sua fala é sempre:
Do jeito que você fala, de jeito nenhum, haveria rejeito.
E no que se refere ao afeto que tu me tens, ou me tinhas, isto fica em total descontrole quando você inventa de dizer essas palavras.
Palavras que reinventam em mim, a cada fala tua,uma reação diferente.
Eu sei que em você é comum. É incrível como é só em você.
Tem sempre uma fala especial para cada pessoa que diz ser especial.
Posso comparar você com a imprevisão do clima.
Posso comparar você com a minha freqüência de leitura no escuro.
Onde enxergo com mais clareza o que a luz em excesso me desfocaria.
É exatamente do jeito que você é.
Oposto e inconstante!
Nos fatos analisados, você é a polêmica que gera.
Que me gera.
E renasce em um novo ser a cada pessoa especial, que te desperta a atenção.
Atenção esta, que em cada pessoa consegue despertar um novo tipo de reação.
Do mesmo modo, na mesma paixão.
Mas eu, concordo comigo em dizer que eu sou a pessoa que mais gosto da tua inconstância.
Não que eu goste do fato de você ser assim, mas a imperfeição em algum ponto do ser, de ser, me gera uma atração.
E me gera.
A capacidade que você tem de me desfocar é intensa.
E de me gerar, é infinita.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Em coma.
A tranqüilidade que envolve o mundo passou a ficar em evidência.
Eu percebi. Todos perceberam.
As plantas não se movem porque não há ventania, não há chuva, não ha sol.
É claro que existe luz, mas é tão amena, tão quase inotável, tão quase de um jeito que parece não existir. As cores continuam lá, mas não mais exitem vida nelas.
Você pode olhar, e entrar na tranquilidade que todos em êxtase agora estranham.
Abismados com o fato de não ter do que falar. As possiblidades de expressão verbal ou artística se restrigem e se resguardam, pois tudo está em coma.
Inclusive o unico pensamento lúcido que restara pra lhes falar com os detalhes mais precisos que pôde-se observar no dia em que tudo era vago, impreciso, constante, abiótico e por fim, tranquilo.
Tranquilidade porque não houve mortes,não houve medo,não houve de quem ter medo.
As pessoas não precisavam de nada, não precisavam agir, discutir, matar ou agredir.
Isso aconteceu no dia em que o mundo morreu.
Ele estava intacto, entrentanto tudo o que o envolvia estava imposssibilitado de viver.
A tranquilidade exarcebada era preocupante. Apavorante!
Não dependia mais da vontade das pessoas,interagir ou não. O que aconteceu nesse dia foi apenas consequência do pensamento humano. Agindo ou não, os pensamentos,ou melhor, a falta de pensamentos coerentes tinham mais poder que qualquer tipo de ação. E por isso as coisas estavam indiferentes.
Para muitos, se você existe, você vive. Não penso dessa forma. Defendo a ideia de que para existir você precisa viver. Se você só existe, sinto muito, para mim estás morto. Ou em coma se for mais agradavel de saber.
É muito mais digno pensar dessa forma.
Faço parte do meu objeto de pesquisa. Te analiso, me analisando. E o ciclo de complexidade humana se torna cada vez mais grave se você pensa pouco.
Esse dia só existiu no meu pensamento. Mas existiu, pois qualquer ocorrência é irrelevante perto daquilo que podemos pensar.
Eu percebi. Todos perceberam.
As plantas não se movem porque não há ventania, não há chuva, não ha sol.
É claro que existe luz, mas é tão amena, tão quase inotável, tão quase de um jeito que parece não existir. As cores continuam lá, mas não mais exitem vida nelas.
Você pode olhar, e entrar na tranquilidade que todos em êxtase agora estranham.
Abismados com o fato de não ter do que falar. As possiblidades de expressão verbal ou artística se restrigem e se resguardam, pois tudo está em coma.
Inclusive o unico pensamento lúcido que restara pra lhes falar com os detalhes mais precisos que pôde-se observar no dia em que tudo era vago, impreciso, constante, abiótico e por fim, tranquilo.
Tranquilidade porque não houve mortes,não houve medo,não houve de quem ter medo.
As pessoas não precisavam de nada, não precisavam agir, discutir, matar ou agredir.
Isso aconteceu no dia em que o mundo morreu.
Ele estava intacto, entrentanto tudo o que o envolvia estava imposssibilitado de viver.
A tranquilidade exarcebada era preocupante. Apavorante!
Não dependia mais da vontade das pessoas,interagir ou não. O que aconteceu nesse dia foi apenas consequência do pensamento humano. Agindo ou não, os pensamentos,ou melhor, a falta de pensamentos coerentes tinham mais poder que qualquer tipo de ação. E por isso as coisas estavam indiferentes.
Para muitos, se você existe, você vive. Não penso dessa forma. Defendo a ideia de que para existir você precisa viver. Se você só existe, sinto muito, para mim estás morto. Ou em coma se for mais agradavel de saber.
É muito mais digno pensar dessa forma.
Faço parte do meu objeto de pesquisa. Te analiso, me analisando. E o ciclo de complexidade humana se torna cada vez mais grave se você pensa pouco.
Esse dia só existiu no meu pensamento. Mas existiu, pois qualquer ocorrência é irrelevante perto daquilo que podemos pensar.
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